Jornal

Coluna Jabuti

Sempre sonhamos com a Disney

Na infância sonhamos em ir para Disney, em ter o tênis Nike importado. Assistimos a filmes americanos e aprendemos a falar inglês. Coca-Cola, Mc Donalds, tudo isso faz parte da nossa cultura desde que somos pequenininhos.

Daí um belo dia seus pais decidem morar nos Estados Unidos. Que legal! Isso é a primeira reação. Depois bate aquele medo do novo, deixar a família, amigos, mudar de escola, falar o inglês. Como será viver num país estrangeiro?

No começo imagino que deva ser difícil, pois todo recomeço é. Entrar em uma nova escola, aprender hábitos diferentes e tudo isso sem contar a língua.

Hoje quero falar um pouquinho dos hábitos dos americanos. Sei que as crianças devem ter sentido o quão diferente é comparando com os nossos hábitos.

Para começar a maneira como nos apresentamos. No Brasil sempre vem acompanhado com um beijinho, aqui é o aperto de mão.

E na hora de ir na praia ou piscina eles usam trajes de banho diferentes dos que estamos acostumados no Brasil. Sunguinha de menino só para as aulas de natação e olhe lá. E os maiôs de menina, são bem maiores também.

Ah, lembrei que no Brasil as crianças tinham o costume de dividir bebidas e lanches. Observo aqui que isso não é comum. Pois com certa razão, poderemos estar dividindo também os germes!

E as festinhas de criança quanta diferença…

Isso tudo com o tempo nos habituamos e vira assim parte das nossas vidas. E o bom é que tendo nosso lado brasileiro não deixamos as raízes para trás.

Que orgulho que tenho de todos vocês, crianças tão inteligentes e corajosas que sabem a importância de se aprender sobre novas culturas e mais participar e fazer parte dela com tanta facilidade.

Isso é um grande exercício que só nos traz benefícios se soubermos entender as diferenças que existem no mundo e aceitá-las. Parabéns à todos vocês brasileirinhos que só trazem alegria para os nossos corações.

Espero que esse seja o primeiro de muitos textos e que possamos nos comunicar sempre.

Renata Martino







Coluna de Medicina Natural

O curinga da farmacinha doméstica – Prata Coloidal

A Prata Coloidal é um metal em estado coloidal, de ação altamente germicida, mas são inócuos ao homem. Vários streptococcus e outros organismos patogênicos são destruídos em três ou quatro minutos; de fato, não existe micróbio que não tenha sido morto pelos colóides em experiências de laboratório, em seis minutos.

“A aplicação de Prata Coloidal em seres humanos, em grande número de casos, tem apresentado resultados positivos surpreendentes. Para uso interno, oral ou hipodérmico, tem a vantagem de ser rapidamente fatal aos parasitas sem qualquer ação tóxica na pessoa. Ela é quase estável”. Alfred Searle

Na idade média se questionava porque a realeza era imune as pragas que devastavam civilizações inteiras. Nos anos modernos foi confirmado que o fato de usar utensílios de prata fazia com que uma pequena quantidade do metal fosse ingerida com os alimentos e bebidas, principalmente quando se tratava de vinho em uma taça de prata. Essa minúscula quantidade de prata no organismo impedia a proliferação de vírus, bactéria e fungo, dando assim, imunologia à pessoa, uma vantagem à realeza, na defesa contra certas doenças, dai vieram a ser chamados de sangue azul.

Pesquisas biomédicas, mostraram que nenhum organismo causador de doenças - micróbio, vírus ou fungo - pode viver mais que alguns minutos em presença, mesmo de traços, de prata metálica. Um antibiótico mata, talvez, meia dúzia de organismos patogênicos diferentes, mas a Prata Coloidal mata seiscentos e cinquenta e, o que é mais importante, não se desenvolvem linhagens resistentes à Prata, como acontece com os antibióticos.

Minha experiência com a Prata Coloidal:

Retornando de férias do Brasil, meu filho teve uma infecção no ouvido devido a um vírus, que ainda não se tinha visto por aqui, e que resistiu aos 4 antibióticos mais fortes. Foi então marcada a cirurgia, que o deixaria para o resto da vida, dependente de antibióticos cada vez que fosse nadar.

Sai em busca de alguma outra solução, foi quando encontrei a Prata Coloidal. Após 5 dias de tratamento, fomos fazer os últimos exames precedentes à operação e não havia nenhum vestígio do vírus. Para a surpresa do médico ele estava completamente curado. Por sua versatilidade, o chamo de "curinga", é constante na minha farmacinha.

Dicas:

  • Para uma lista parcial que mostra algumas doenças nas quais o tratamento da Prata coloidal foi altamente bem sucedido visite o site: www.ahau.org
  • A Prata Coloidal (Coloidal Silver) que considero de melhor qualidade é a da marca Sovereign Silver, pois o tamanho das partículas é de suma importância para a absorção adequada pelo organismo.


Este texto contou com a colaboração indispensável de Luis Carlos Costa Sequeira da www.ahau.org

Heriana Regadas Obeginski

Coluna de Culinária

Beliscão de goiabada




Ingredientes:

  • 1 lata de creme de leite
  • ½ xícara de açúcar
  • 3 ½ xícaras de farinha
  • 100 gramas de manteiga


Modo de preparo:
  • Misture tudo e deixe descansar na geladeira por 30 minutos.
  • Abra a massa com rolo bem fina, corte com um cortador ou até mesmo um copo vai funcionar bem.
  • Ponha um pequeno pedaço de goiabada no centro e feche o círculo “beliscando” a massa dos dois lados.
  • Leve para assar em forma untada, 350º F por uns 20 minutos ou menos dependendo do seu forno, fique sempre de olho.
  • Ele fica levemente dourado em baixo, não deixe assar muito!!
  • Depois de assados, polvilhe açúcar.

Algumas dicas:

  • Você acha o creme de leite Nestlé ou “ Table Cream” (Media Crema em espanhol) na parte de produtos importados do mercado.
  • Goiabada também se acha facilmente da marca “Goya” (Guava Paste em espanhol) nos mercados na parte de produtos importados.


Renata Konrad

Crítica Literária

Menina Nina
Escrito e Ilustrado por Ziraldo

Menina Nina é um livro destinado à crianças mas que deveria ser recomendado também para adultos pelo seu conteúdo filosófico. Mais uma vez Ziraldo mostra porque é um dos autores mais amado em nosso país.O texto parece uma poesia e as ilustrações o complementam de maneira perfeita.

O livro conta a estória de uma menina e sua avó. As duas tem um relacionamento de muito amor, com conversas, presentes partilhados e muito companheirismo. Nina é a primeira neta de vovó Vivi e do ponto de vista da avó é a mais inteligente e perfeita entre todas as meninas.Vovó Vivi que gostava tanto de viajar e se sentia muito a vontade em quartos de hotel, agora prefere viagens curtas, e volta sempre com muitos presentes para a neta.

Nina, não deixa por menos, porque adora visitar e passar longas horas remexendo nos guardados, caixinhas e fotos de Vivi. Para ela não existe ninguém no mundo mais interessante que a avó.

Mas, certo dia vovó Vivi não aparece para o café da manhã, como costumava fazer. Nina vai a casa da avó e a encontra dormindo. Vovó Vivi "dormia para sempre". Nina não sabe o que fazer e começa a chorar. Nesse ponto algo interessante acontece no livro: Ziraldo se dirige a Nina e sugere diferentes maneiras de reagir a perda da avó.

Concluindo, eu que tive uma avó parecida com Vovó Vivi, fiquei emocionada com a maneira sensível e inteligente com que o autor aborda um tema tão delicado que é a perda de alguém muito querido.


Cotação: 5 estrelas (Excelente)

Rosa Pfeiffer